Juiz de Fora

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Filmes (XVI)

O último portal
(1999)



O tema das edições raras já me havia chamado a atenção com Edições Perigosas e Impressões e Provas, de John Dunning



Acredito que as pessoas têm plena consciência de que dificilmente um filme será igual ao livro em que se fundamentou. Mas aqui temos um caso raro em que o filme superou o original em texto.



Lucas Corso (Johnny Depp) ganha a vida faturando merecidamente em cima de riquinhos herdeiros que dilapidam a coleção dos pais, livrando-se delas por qualquer ninharia. É contratado bor um banqueiro bibliófilo para adquirir uns exemplares possivelmente escritos por um herege do século XVII em parceria com você sabe quem.


Fortemente extraído de O clube Dumas, de Arturo Pérez-Reverte, cujo livro caminha para uma conclusão frustrante. Ponto para o cinema.




quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Filmes (XV)

Drowning by Numbers
(Afogando em números, 1988)



Recordo-me apenas que os números cardinais vão aparecendo ao longo do filme, ao passo em que são contadas diversas historinhas.






Filmes (XIV)

Persona
(1966)



Outra obra-prima de Bergman, uma enfermeira solteira assume a identidade de esposa e mãe moribunda.






Filmes (XIII)

Soylent Green
(1973)


Os enlatados de ficção científica sempre mostraram um futuro harmônico, em que a Razão e a Ciência trariam o Progresso, uma velha crença do iluminismo clássico. Soylent Green mostra o planeta com escassez de recursos e meio-ambiente davastado.

Exibido na Globo, de madrugada, final dos anos setenta. Outro filme que não tive mais notícia.










Filmes (XII)


Stranger than Paradise
(1984)




Dirigido por Jim Jarmusch este divertido filme tem como enredo dois picaretas e uma prima húngara recém-chegada aos EUA. As cenas são rápidas e quotidianas, sem pontos baixos ou ápices.










terça-feira, 24 de agosto de 2010

Filmes (XI)

A Companhia dos Lobos
(The company of wolves, 1984)




Dirigido por Neil Jordan, é uma versão um tanto psicologizada da lenda de Chapeuzinho Vermelho. Assisti uma cópia, em BH, 1985, e nunca mais ouvi hablar. Cult-movie para todos.






Filmes (X)

Rashomon
(1950)




Dirigido pelo maior cineasta japonês, Akira Kurosawa, é uma obra que deixa explícito o papel do cinema como narrativa e interpretação. O espectador é levado a conhecer um mesmo episódio sob diferentes pontos-de-vista. Há influência clara em Herói, para ficar em um único de muitos exemplos.










segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Filmes (IX)

O ovo da Serpente
(Das Schlangenei, 1977)



Um dos mais famosos filmes do cineasta sueco Ingmar Bergman, é uma análise das origens remotas do nazismo. Assisti no João Carriço, em 1985 (sem palestra introdutória, ainda bem).



Não sei por que David Carradine, astro do enlatado Kung Fu, foi parar neste filme.


Filmes (VIII)

I como Ícaro
(I...comme Icare,1979)



Em 1984 estourou uma grande greve na Federal. Eu fazia o ótimo curso de Francês, e as professoras estavam passando uma mostra de cinema na pró-reitoria, próxima à biblioteca. A linha de ônibus foi suspensa e eu simplesmente subi a pé até a Universidade para poder ver este filme.



Dirigido pelo grego Costa-Gavras, trata do poder paralelo e da passividade do homem comum, mesmo nas democracias estabelecidas. É uma crítica construtiva ao Estado Democrático de Direito, e não uma aposta em uma revolução totalitária, mais ao gosto dos jovens universitários de esquerda.

O ponto alto do filme é esta cena:



Nunca vi para alugar, vc ou dvd, aqui em Juiz de Fora.