Her
(2013)
Los Angeles, daqui a umas décadas. Theodore (Joaquin Phoenix) trabalha como escritor de cartas de amor em uma empresa virtual. Por meio de um celular auricular consegue acessar emails e se comunicar com computadores. Recém-saído de um divórcio, Theodore está deprimido, é um cara meio monótono, aborrecido, quase um chato. Instala um novo sistema operacional em sua rede, com inteligência artificial e voz feminina. "Samantha" (Scarlett Johanson) é programada para interagir emocionalmente com o proprietário. Inicialmente ele acha tudo meio absurdo e ridículo, mas cai que nem patinho. O programa vai se sofisticando e correspondendo à carência de Theodore. Muito cômodo, e mais estável que um ser humano de carne-e-osso, Theodore se apaixona por Samantha.
Lógico que haverá surpresas, senão seria quase como uma novela água-com-açúcar.
Não achei o filme genial. Dizer que as pessoas estão substituindo relações reais por virtuais? Grande novidade? Que o capitalismo opressor aliena as pessoas? Grande novidade. Que o ser humano é reprimido, possessivo, etc? Grande novidade.
Dirigido por Spike Jonze ("Quero ser John Malkovich")

