Juiz de Fora

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domingo, 19 de dezembro de 2010

O Panótico vê aqui e agora (40)


Live in Copenhagen
(Mew, 2006)

Este show no Kobenhavn Halle marcou a turnê de And the glass handed kites dos dinamarqueses Mew, banda que conheci esta semana e está rolando direto no meu quarto. Dá para conferir o quanto canta Jonas Bjerre. A apresentação começa bem com Spirits, logo em seguida vem a ótima Chinaberry Tree e depois Am I wry?No, ponto alto do concerto juntamente com The zookeeper's boy. Lamento apenas a ausência da minha preferida Behind the drapes. O carisma do cantor e a competência dos músicos ganham a plateia. Nestes tempos em que muitos querem ser nasty as can be fico aliviado por ter dado de cara com este grupo (a dica veio do blog do proprietário do selo inglês 17 seconds).









quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Panótico vê aqui e agora (39)

Why are you looking grave?
(Mew, 2006)

Outro video oficial disponível com a bela voz de Jonas Bjerre nos refrões.


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Panótico vê aqui e agora (38)

Behind the drapes
(Mew, 2003)


Behind the drapes é um dos pontos altos da banda Mew, e é o tipo de som que me convence de que música é a arte mais empolgante que já existiu.


Lyrics | Mew lyrics - Behind The Drapes lyrics

domingo, 12 de dezembro de 2010

O Panótico ouve aqui e agora (75)


Frengers
(Mew, 2003)

Esta é a primeira vez que ouço uma banda dinamarquesa. Na verdade é a primeira vez que ouço qualquer coisa de lá. Este é o terceiro cd da banda, com canções dos primeiro (A triumph for man, 1997) e segundo (Half the world is watching me, 2000) cds que foram lançados somente na terra de Hans Christian Andersen, e mais algumas faixas inéditas.







Mew é formado por Jonas Bjerre (voz e guitarra), Bo Madsen (guitarra e vocal) e Silas Graae (bateria). O cd já começa ótimo com  Am I wry? No. Banda que é boa é assim, não pede desculpas para fazer o que quer, diz logo a que veio, não fica se explicando que não teve tempo para ensaiar. A quarta faixa, Symmetry, é uma bela melodia que pode agradar qualquer ouvido pop, praise the Lord!. Behind the drapes lembra-me Cocteau Twins, do que mais posso reclamar? Em seguida Her voice, um típico rock à la Lush, início dos anos noventa. She came home for Christmas é um hit meio bobinho, mas é este tipo de som que dá visibilidade a uma banda e lhe abre portas. Os demais cds também me lembram Cranberries e pasmem, Yes, sim, senhor. Achei que era muito otimismo meu, mas a banda é enquadrada como shoegaze, indie rock e progressive (ouça Comforting Sounds e confira.)

O quarto álbum da banda - And the glass handed kites (2005) fez o então quarteto garantir o seu espaço. Uma audição rápida chama a minha atenção com Chinaberry Tree e The zookeeper's boy, uma faixa que define se o som da banda agradará ou não. O cd foi nitidamente composto como um todo orgânico.





O quinto cd No more stories... (2009) vou ouvir mais adiante e depois eu conto. Já tocaram no México e ontem deram um show na Indonésia. Como todo mundo vem agora a São Paulo dá para imaginá-los por aqui.