Juiz de Fora

sábado, 21 de agosto de 2010

Livros (6)


Baudolino
(Umberto Eco, 2001)



Jamais li o mesmo livro de ficção duas vezes. Já com Baudolino foram quatro. Para mim é a melhor obra de Umbert Eco, do qual li também O nome da rosa, O pêndulo de Foucault, A ilha do dia anterior, Apocalípticos e Integrados e mais alguns.



Baudolino é um personagem fictício, protegido do imperador germânico Frederico Barbarossa (século XII), que vai atrás do Reino do Preste João. Reproduzo parte do prólogo, Baudolino aos quatorze anos, tentanto escrever em italiano medieval:



"...quando emcontrei os primeyros allemanes da minha vida aqueles que çerkavam Terdona todos Tiusche et malvados deziam rausz et min got et depois de meya jornada eu tambeem dezia rausz et Maingott et elles me disseram Kint vai buskar pera nós huma bella Frowe pera fazer fikifuki et se ella não kiser diiz onde está que depois cuidamos disto.
          mas o que é uma Frouwe eu perguntava et elles deziam domina huma doma huma fêmea du verstan et faziam gestos de Tetas grandes porque neste çerco estamos cum falta de feminae as de Terdona estão lá dentro et quando entrarmos lá deixa por nossa conta mas até agora aquuellas de fora não se deixam ver et blasfemaram tanto que minha pele ficou toda arrepiada
          seus suevos de Merda imaginem se eu vou dizer onde estão as Frouwe eu não sou um espião vão tocar ponietas".





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